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Aracaju

Pra ir pra Aracaju perdi o ônibus e passei a noite na rodoviária de Salvador. Não, eu não dormi e nenhum cachorro lambeu a minha boca. Fiquei escrevendo para o blog.

Mas isso era um aviso, e eu não ouvi. Cheguei em Aracaju e do caminho da rodoviária até o hostel, fui de ônibus e vi que a cidade é organizada, tem uma orla muito bonita e o pessoal de Aracaju aproveita tudo isso.

O hostel era bom, organizado, limpo, bem localizado mas tinha um problema grave: tava vazio. E pra quem viaja sozinho isso não é legal, não dá pra fazer contato com ninguém e tudo fica meio sem graça.

Pra piorar não era só o hostel que tava vazio, a cidade é vazia, parece cidade de veraneio. No primeiro dia só saí pra comer alguma coisa. Tava quebrado por causa da noite na rodoviária e fui dormir cedo.

Bike Caju, Oceanário de Aracaju, Museu da Gente Sergipana

No dia seguinte acordei, tomei meu café e decidi usar o bike caju, o sistema de aluguel de bicicletas. Minha impressão geral é que o sistema é excelente.

Barato, custa apenas 10 reais por mês e pode utilizar a bike quantas vezes quiser obedecendo o tempo limite 1 hora, dado o limite é preciso aguardar 15 minutos pra poder utilizar por mais uma hora e assim por diante.

Por isso só andei de bike em Aracaju, andei toda a orla e fui até o centro.

No Atalaia de Bike Caju!
No Atalaia de Bike Caju!

Tem vários pontos onde se pode devolver ou pegar a bike e por toda a cidade tem ciclovia. Tudo é feito por um aplicativo de celular, fácil, rápido e eficiente.

De bike fui ao Oceanário, ao mercado municipal onde comprei umbu, andei no calçadão comprei um tênis que tava precisando e fui ao museu da gente sergipana.

Oceanário de Aracaju
Oceanário de Aracaju. Eu sou idiota e perdi as fotos das tartarugas, só sobraram os vídeos que irei colocar no youtube, aguardem!
Museu da gente Sergipana
Museu da Gente Sergipana, local gostoso de visitar!
Mercado Municipal Aracaju
Mercado municipal onde comprei umbu. Quem diria… ok, chega dessa piada!
Ponte Aracaju-Barra sobre o rio Sergipe
Ponte Aracaju-Barra sobre o rio Sergipe

Fiquei meio suado e fedido mas esse é o cheiro da saúde. Adorei passar o dia assim e nesse passeio vi o quanto o povo daqui tem qualidade de vida. Após um ótimo dia de bike e como ia embora pela manhã, decidi ir no Cariri uma famosa casa de forró na cidade.

Roubando piadas

Nessa noite o Cariri estava vazio como a cidade e por isso troquei muitas mensagens com meus amigos e no texto a seguir incluí várias piadas deles que não irei creditar, se fuderam otários!

Eu cheguei no lugar e sabia que estaria vazio, perguntei se no outro ambiente estava cheio, mas claro que também estava vazio, decidi então ficar na parte da frente e pedi uma lambreta frita.

Após fazer meu pedido olhei para o lado e me assustei. O lugar estava vazio mas um grupo de véias saídas de alguma excursão da CVC dançavam animadíssimas.

Parecia o filme Cocoon (rá, roubo 1), na piscina do hotel tenho certeza que tinha um casulo. A animação era tanta que desconfio que cheiravam ginkgobiloba no banheiro (rá, roubo 2).

Nessa altura meu julgamento estava sendo afetado pelas várias Skol a 5,50 a garrafa e estava sendo induzido pelos “amigos” a dançar com as véias. E também algo a mais.

As táticas escrotas deles incluíam: dar corega de presente, remédio de pressão, levar pro bingo, cartilagem de tubarão, contar o episódio de novela do dia e cogumelo do sol.

Após um bom tempo dançando sem parar, aparentemente o efeito do ginkgobiloba acabou e foram arriando. Em poucos minutos foram embora.

Não sei se na nave do Cocoon ou no ônibus da CVC.

Quanto a mim, tenho certeza de que vou pro inferno. E meus amigos também.

Próxima parada: Maceió

 

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